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Professores fazem carreata em São Paulo contra volta às aulas presenciais

Docentes de todo o estado cobram também o pagamento de salário e auxílio emergencial a professores temporários; secretaria diz que ato 'fere o bom senso'

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
29 jul 2020, 13h20 • Atualizado em 8 set 2025, 08h44
Palácio dos Bandeirantes
Palácio dos Bandeirantes (Leonardo Wen/Folhapress/Veja SP)
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  • Na manhã desta quarta-feira (29), professores da rede pública estadual de São Paulo fizeram uma carreata contra a volta às aulas presenciais. A estimativa do governo é de que isso aconteça a partir do dia 8 de setembro. Os profissionais querem que o retorno seja após a criação de uma vacina contra o coronavírus.

    A manifestação foi organizada pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, a Apeoesp. Docentes de todo o estado cobram também o pagamento de salário e auxílio emergencial a professores temporários, que só recebem por aulas efetivamente dadas.

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    O ato teve início por volta das 11h em frente ao Estádio do Morumbi e seguiu até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo.

    A secretaria estadual da Educação diz em nota que a carreata “fere o bom senso”.  “O buzinaço gerado fere o bom senso diante do barulho nas imediações de um hospital onde médicos e enfermeiros lutam para salvar vidas de doentes. Os mais de 180 mil docentes da categoria estão recebendo regularmente os seus salários durante a pandemia”, diz o texto.

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    Ainda de acordo com a nota, o governo planeja a retomada das aulas “pautado em medidas de contenção da epidemia, atendendo aos interesses da população e sem colocar nenhuma vida em risco”.

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    “Essa decisão foi adotada após diálogo com representantes de professores, funcionários, alunos, pais e administradores de escolas privadas, seguindo as recomendações sanitárias do Centro de Contingência do coronavírus.”

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