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Gabriela Leite, fundadora da Daspu, morre no Rio

Ex-prostituta, chegou a cursar Filosofia na USP e criou também a ONG DaVida

Por Redação VEJA SÃO PAULO
11 out 2013, 14h24 • Atualizado em 5 dez 2016, 15h35
  • A fundadora da grife Daspu, Gabriela Leite, morreu na noite desta quinta-feira (10) no Rio. Ela nasceu em São Paulo, tinha 62 anos e morreu de câncer.

    Como prostituta, Gabriela trabalhou na Boca do Lixo, em São Paulo, e também em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Na década de 90, criou a ONG DaVida que defende direitos das prostitutas. Nos anos 2000, fundou a Daspu, grife de roupas que ajuda a viabilizar financeiramente a organização.

    Em 2009, lançou o livro “Filha, mãe, avó e Puta”, em que conta sua história, sobre como decidiu abandonar o curso de Filosofia na USP e se tornar prostituta. Um dos fatos contados em seu livro é a seu debut como representante de classe, quando em 1979 organizou a primeira passeata de prostitutas do país, na Praça da Sé, no centro de São Paulo.

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