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Três mobiliários urbanos que se tornaram obsoletos

Caixas de correio, hidrantes e orelhões compõem a paisagem paulistana, mas não têm mais tanta utilidade

Por Guilherme Queiroz
11 Maio 2018, 06h00 • Atualizado em 14 fev 2020, 16h03
 (Geraldo Guimarães/Veja SP)
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  • Mobiliário urbano é um termo usado para definir os equipamentos instalados em vias públicas, como lixeiras, bancos, pontos de ônibus, relógios ou até mesas de xadrez. Com o passar dos anos e o avanço da tecnologia, no entanto, algumas dessas estruturas se tornam obsoletas. Confira ao lado
    itens desse mobiliário que hoje são apenas parte da paisagem urbana paulistana.

    Caixas de correio. Utilizadas para despachar cartas, eram comuns no cenário paulistano. A cidade chegou a ter 2 445 desses recipientes. Hoje o número foi reduzido para 572, uma unidade para cada agência postal.

    Hidrantes. A capital conta com 948 dessas fontes de água para o combate a incêndios. Outrora muito usadas pelo Corpo de Bombeiros, atualmente elas são apenas alvo de vandalismo pelas calçadas.

    Hidrante de coluna.
    (Mário Rodrigues/Veja SP)

    Orelhões. Mesmo com a disseminação da telefonia móvel, há 39 982 aparelhos na cidade, 8% deles estragados. Criado pela designer brasileira de origem chinesa Chu Ming Silveira, o equipamento se tornou peça de decoração.

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    Orelhão na Avenida Paulista.
    (Lia Lubambo/Veja SP)
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