Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br

Nelson Rodrigues recebe homenagem em mostra interativa

Itaú Cultural exibe fotos, documentos pessoais, entrevistas e vídeos sobre o dramaturgo

Por Jonas Lopes
7 jul 2012, 00h51 • Atualizado em 18 ago 2025, 10h59
Abre Exposições 2277 - Nelson Rodrigues
Abre Exposições 2277 - Nelson Rodrigues (Silvestre Silva/)
Continua após publicidade
  • No ano que marca o centenário de nascimento do escritor pernambucano, a Ocupação Nelson Rodrigues é muito bem-vinda. Sob curadoria de duas parentes — a filha Maria Lúcia e a neta Sônia Muller —, a montagem-tributo, a 13ª mostra da prolífica série realizada pelo Itaú Cultural, segue o bem-sucedido padrão das anteriores e reúne material biográfico raro. Foram compilados fotografias, documentos pessoais e recortes de reportagens, além de frases brilhantes de Nelson (1912-1980) espalhadas pelas paredes. A cenografia de Valdy Lopes Jr. é emoldurada por instalações audiovisuais interativas.

    Logo na entrada, o espectador depara com a melhor delas, uma mesa na qual à frente de cada cadeira está o nome de um dos irmãos do autor, inclusive o dele. Ali o visitante faz uso de tablets para saber um pouco mais de cada um dos talentosos integrantes da família, a exemplo de Mário Filho, considerado o pai da crônica esportiva brasileira, e Roberto Rodrigues, cartunista assassinado aos 23 anos na redação do jornal do pai. Trata-se de um contraponto interessante a uma máquina de escrever semelhante à do próprio Nelson, símbolo do passado.

    + Fotos e recortes que fazem parte da “Ocupação Nelson Rodrigues”

    + Dez exposições que não dá para perder

    Siga
    Continua após a publicidade

    Há outros quitutes na seleção, sobretudo a ampla variedade de depoimentos em áudio e vídeo disposta em painéis. Além do autor de “Asfalto Selvagem e Álbum de Família” em entrevista à romancista Clarice Lispector, aparecem nos monitores figuras como Fernanda Montenegro, Carlos Heitor Cony e o diretor polonês Zbigniew Ziembinski, responsável pela revolucionária primeira encenação de “Vestido de Noiva”, em 1943.

    AVALIAÇÃO ✪✪✪

    Publicidade

    Essa é uma matéria fechada para assinantes.
    Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

    Domine o fato. Confie na fonte.
    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas
    Impressa + Digital no App
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital no App

    Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

    Assinando Veja você recebe semanalmente Veja SP* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
    *Assinantes da cidade do SP

    A partir de 29,90/mês