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Partido Pirata do Brasil luta por transparência dos dados públicos

O movimento, que começou na Suécia e se espalhou por vários países, obteve em dezembro seu registro no país

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Júlia Gouveia, Nathalia Zaccaro e Silas Colombo]
30 dez 2013, 18h23 • Atualizado em 5 set 2025, 17h24
  • O Partido Pirata do Brasil obteve em dezembro seu registro em cartório e prepara-se para coletar as 500 000 assinaturas necessárias à sua criação. O movimento, que começou na Suécia e se espalhou por vários países, luta pelo livre acesso à informação e pela transparência dos dados públicos.

    Em São Paulo, a sigla conta com trinta membros e é liderada pelo secretário estadual Rodrigo Rey e pelo coordenador Ricardo Fukui. O mais provável é que concorram a cargos legislativos nas eleições de 2016.

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