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Racismo existe, mas não se pode generalizar, diz presidente de Portugal

Marcelo Rebelo de Sousa comentou caso de racismo contra filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso e disse que nem todo português é racista

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
1 ago 2022, 14h40 •
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio do Planalto, em Brasília.
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio do Planalto, em Brasília. (Antonio Cruz/ Agência Brasil/Reprodução)
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  • O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que “todo ato de racismo ou xenofobia é condenável e intolerável”, ao comentar o caso de racismo sofrido pelos filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso em Lisboa, no último sábado (30). Em entrevista ao blog Portugal Giro, do jornal O Globo, ele ponderou, porém, que não se pode generalizar “dizendo que todo português é racista ou que há uma campanha contra os brasileiros”.

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    “Racismo é um fenômeno que existe na sociedade portuguesa, não negamos isso, mas não é possível generalizar a todo português. Não pode ser generalizado, dizendo que todo português é racista ou que há uma campanha contra os brasileiros. Do contrário, não explicava a vinda de uma imensa comunidade brasileira. Ninguém é sadomasoquista. Se achassem que não se sentiam bem em Portugal, não vinham”, disse o chefe de Estado.

    Rebelo de Sousa ainda afirma que “não há nenhuma coisa contra o brasileiro” e que destaca o fenômeno de imigração do Brasil para Portugal, e diz que há grande presença de brasileiros e africanos nas praias do país.

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    “Frequento as praias mais próximas de Lisboa para um mergulho na hora do almoço. A maioria na areia é de brasileiros e africanos. Ainda hoje, fui mergulhar e o grupo com que falo mais é de brasileiros, negros majoritariamente. E as escolas da periferia levam as crianças nesta época, encontro com elas e mais da metade são crianças imigrantes. E nestas praias fica claro que não podemos dizer que o racismo é generalizado em Portugal”, acrescentou.

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