1/15 Cavaletes de vidro voltam a ser a expografia do segundo andar da instituição; obras da coleção ficam expostas permanentemente (Tomás Arthuzzi)
2/15 Quadro "O Escolar", de Van Gogh, é um entre os 8000 pertencentes ao acervo (Acervo Masp)
3/15 Adriano Pedrosa é o diretor artístico do Masp (Eduardo Ortega)
4/15 Dois cafés passaram a fazer parte da nova reforma do prédio (Eduardo Ortega)
5/15 Cézanne também é exposto nos cavaletes de vidro (Acervo MASP)
6/15 Assis Chateubriand e Pietro Maria Bardi em inauguração da sede do museu na Avenida Paulista (Biblioteca e Centro de Documentação do Masp)
7/15 Cartão-postal inaugurado em 1968: a principal coleção de arte europeia do mundo fora da Europa e dos Estados Unidos (Barbara Aguiar)
8/15 Nova livraria do Masp vende produtos da própria marca; os catálogos tem preço sugestivo de R$ 10 reais (Eduardo Ortega)
9/15 Montagem original dos cavaletes de Lina Bo Bardi (Biblioteca e Centro de Documentação do Masp)
10/15 Retrato feito por Modigliani é uma das obras poderosas que "flutuam" no segundo andar do museu (Reprodução)
11/15 a historiadora Lilia Schwarcz é uma entre os cinco curadores-adjuntos responsáveis pelos diferentes núcleos do acervo (Renato Parada)
12/15 Obras de arte brasileira compõe boa parte da coleção do museu (Acervo MASP)
13/15 Lina Bo Bardi durante a construção do atual prédio do Masp (Divulgação)
14/15 O museu acaba de receber 275 fotografias em comodato do Foto Cine Clube Bandeirante (German Lorca)
15/15 Os curadores da nova gestão vêm redescobrindo o próprio acervo do Masp: um exemplo é a exposição da coleção do Rhodia, que passou anos nos baús do museu sem ser exibido ao público (Eduardo Ortega)
Resenha por Redação Veja São Paulo
Após uma troca de gestão em 2014, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) se tornou mais engajado nos atuais debates da sociedade. “Redefinimos nossa missão. O foco passou a ser transformar o Masp em um espaço diverso, inclusivo e plural”, diz o diretor artístico Adriano Pedrosa.
“Hoje, nos dedicamos mais a questões de sexualidade, gênero e raça”, ele afirma. Na nova fase, as mostras passaram a refletir melhor a diversidade brasileira. O Masp dedicou dois anos da programação apenas a artistas mulheres e fez amplas exposições sobre a arte afro-atlântica, por exemplo.
A nova gestão também reuniu um conselho de administração que ajudou a equilibrar as contas. O orçamento se multiplicou por três, na comparação entre 2013 e 2021. Em julho de 2022, o Masp recebeu 48 000 pessoas.
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