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Demônios da Garoa

Grupo surgiu na Mooca em 1943

Por Jéssika Torrezan
4 jun 2011, 00h50 • Atualizado em 5 dez 2016, 18h02
Demônios da Garoa 2220a
Demônios da Garoa 2220a (Divulgação/)
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  • Referência quando o assunto é samba paulista, o grupo surgiu na Mooca em 1943, na casa de Arnaldo Rosa, na Avenida Cassandoca. Desde então, gravou sessenta discos, vendeu mais de 10 milhões de cópias e é um dos responsáveis pela popularização do sotaque típico atribuído aos moradores da região.

    Após quase setenta anos, o quinteto atual mantém ligação com suas raízes. Ricardo Rosa, o percussionista, é filho de Sérgio, que toca pandeiro, e neto de Arnaldo, o fundador. Os shows de fim de semana do início da carreira se multiplicaram — a média atual é de quinze por mês —, mas os clássicos de Adoniran Barbosa, como “Trem das Onze”, “Saudosa Maloca” e “Samba do Arnesto”, continuam sendo o carro-chefe das apresentações. E o escritório segue até hoje na Mooca.

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