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O vão é livre

A convite da Vejinha, frequentadores do vão livre do Masp contam suas histórias e debatem o uso do espaço público na cidade

Por Da Redação
29 nov 2013, 13h52 • Atualizado em 5 dez 2016, 15h25
Masp
Masp (Divulgação/)
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  • O vão livre do Masp está no centro de um debate acalorado. No começo deste mês, a direção do museu foi aos jornais para reclamar que o vão de 74 metros sob o museu está ocupado por usuários de drogas.

    Os organizadores da exposição A Terra Vista do Céu, que fica no espaço aberto, ameaçaram se retirar do local –o que não ocorreu. A mostra vai até o dia 15 de dezembro, como previsto.

    Falou-se em gradear o entorno do vão para afujentar moradores de rua, usuários de drogas e manifestantes. A medida tem apoio da curadoria do museu. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa disse que a ideia era fazê-lo “apenas à noite”.

    O vão é de responsabilidade da prefeitura. Além disso, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) defende que deve ser mantido o projeto arquitetônico original do museu, garantindo acesso irrestrito ao vão livre.

    Ao jornal “O Estado de S.Paulo”, o curador do Masp, Teixeira Coelho, disse considerar “um atraso essa posição do Iphan, pois a São Paulo de hoje não é a mesma da época em que o Masp foi inaugurado”.

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    A Vejinha decidiu colocar sob o vão frequentadores do museu para ouvir suas histórias e entender como se dá o uso deste espaço histórico da cidade. 

     

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