Com múltipla vocação, o endereço atrai um público moderno à Vila Madalena. O “Alto” do nome é literal, já que, pavimento sobre pavimento, o lugar vai revelando um ambiente diferente. Após passar pelo recepcionista e pegar a comanda, os frequentadores sobem uma escada até o primeiro bar. É pequeno e escuro, para curtir um drinque da carta da bartender consultora Chula, a exemplo do alto negroni (R$ 40,00), de gim, toque de cachaça envelhecida com infusão de nibs de cacau e laranja desidratada, Campari e vermute tinto. Para petiscar, uma dica é a croqueta de milho (R$ 32,00, quatro unidades). Mais degraus acima, fica o espaço de apresentações musicais e festas, protegido por uma porta fechada e um segurança. Os shows de música independente, com ingressos à parte, e festas costumam rolar ali. Mais uma escada leva o visitante ao terraço ao ar livre. O negócio é afinado pelos sócios do bar Tokyo Junior Passini e Fábio Floriano, do selo Balaclava Records Fernando Dotta e Rafael Farah e pelo editor do portal Popload e parte da equipe da T4F Lucio Ribeiro. A casa não é acessível a pessoas com dificuldades de mobilidade, e a instalação dos elevadores, que era prometida para maio, foi postergada para o fim do ano.Informações checadas entre agosto e setembro de 2023.