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Acervo da Pinacoteca do Estado

Todo o 2º andar do edifício projetado por Ramos de Azevedo e Domiciano Ross é dedicado à história da arte do país nos últimos 200 anos

Por Jonas Lopes 25 mar 2010, 17h50 | Atualizado em 5 dez 2016, 18h53

Nenhum local da cidade é tão adequado para apreciar a história da arte do país nos últimos 200 anos quanto a Pinacoteca do Estado. Todo o 2º andar do edifício projetado por Ramos de Azevedo e Domiciano Ross (reformado com grande competência por Paulo Mendes da Rocha nos anos 90) é dedicado ao tema. Cerca de 10% das 8 000 obras do acervo podem ser vistas atualmente. Há muitas pinturas de artistas da virada do século XIX para o XX — um território carente na maioria das instituições —, como Victor Meirelles, Almeida Júnior, Eliseu Visconti e Pedro Weingärtner. Outras salas se dedicam ao modernismo e ao neoconcretismo. Por fim, vários contemporâneos são contemplados, caso de Tunga, Tomie Ohtake e Nuno Ramos. “Aproveitamos para estruturar relações entre acervo, atividades educacionais e exposições temporárias”, diz Marcelo Araújo. Uma boa notícia: a Secretaria de Estado da Cultura destinou 1,5 milhão de reais no orçamento de 2010 para a aquisição de novos trabalhos.

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