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Estacionar é um martírio

Quem opta por parar o carro em ruas próximas costuma ser achacado por flanelinhas

Por Daniel Salles e Giovana Romani 5 mar 2011, 00h50 | Atualizado em 5 dez 2016, 18h15

A sede da PUC é frequentada diariamente por quase 16.000 pessoas. Com tanta gente indo e vindo, encontrar um lugar seguro para guardar o carro por ali é uma tarefa árdua e necessária — o bairro de Perdizes é um dos campeões da cidade em furtos e roubos de veículos. As catorze garagens que rodeiam a universidade cobram cerca de 250 reais de mensalidade, no período noturno. Quem opta por parar em ruas próximas costuma ser achacado por flanelinhas, que reservam vagas com cones e cavaletes.

Na manhã da última terça (1º), a reportagem de VEJA SÃO PAULO tentou estacionar na Rua João Ramalho, ao lado da PUC. “Aqui é preciso deixar 80 reais por mês adiantado e a chave do veículo fica comigo”, informou um rapaz que se identificou como Marquinhos. O problema se repete em outras faculdades. Quem se sentir coagido a abrir a carteira poderá chamar a polícia e alegar ter sido vítima do crime de constrangimento ilegal. A pena para esse delito varia de três meses a um ano de detenção ou multa.

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