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Vila Maria Zélia ganha museu

Por Daniel Nunes Gonçalves [Filipe Vilicic, Giovana Romani e Giuliana Bergamo] 18 set 2009, 20h20 | Atualizado em 5 dez 2016, 19h41

A sede de um boticário que funcionou até os anos 20 na Vila Maria Zélia, no Belenzinho, virou um museu de imagens e objetos históricos desta que é considerada a precursora das vilas operárias no país. “As primeiras casas dos trabalhadores da Companhia Nacional de Tecidos de Juta foram erguidas em 1911”, conta Edélcio Pereira Pinto, o Dedé, um dos mais antigos entre os 450 moradores das 171 residências do condomínio. É ele quem recebe estudantes, arquitetos e visitantes como Dorival Elze, que clicou a cena acima para o livro Imagens de São Paulo, com ensaios de dez fotógrafos brasileiros. Desde 2003, a velha farmácia tem sido usada também como sala de espera para os espetáculos do Grupo XIX de Teatro, que encenou Hygiene, Hysteria e Arrufos no armazém desativado ao lado.

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