Livros revisitam o documentário nacional e os cinemas de rua
Um traça a evolução do gênero no país, de Silvino Santos aos dias de hoje; o outro fotografa salas e bastidores em cinco países
Dois novos livros se debruçam sobre o cinema. Um Século de Documentário Brasileiro: Do Nacionalismo ao Protesto (Edições Sesc São Paulo; 460 págs.; R$ 162,00), de Darlene J. Sadlier, narra a evolução do gênero documental no país desde obras como No País das Amazonas (1922), de Silvino Santos, passando por títulos do Cinema Novo, até os dias de hoje.
A ideia é examinar não apenas a estética, mas também como instrumento de memória e reflexão sobre a sociedade. Entresalas (Editora Maayanot; 144 págs.; R$ 198,00), de Sergio Poroger, reúne 82 fotografias de cinemas de rua e seus bastidores, feitos ao longo de dez anos no Brasil, Estados Unidos, Holanda, Polônia e Argentina. O livro inclui acesso a quatro minidocumentários sobre personagens encontrados pelo autor.
Publicado em VEJA São Paulo de 2 de outubro de 2026, edição nº 3015.







